
Fiama Hasse Pais Brandão – Os Chapéus de Chuva (Teatro) – (Prefácio de Urbano Tavares Rodrigues) – Editorial Minotauro – Lisboa – 195.. Desc.(104)Pág.Br.
AteneulivrosCompra e Venda de Livros, Manuscritos

Fiama Hasse Pais Brandão – Os Chapéus de Chuva (Teatro) – (Prefácio de Urbano Tavares Rodrigues) – Editorial Minotauro – Lisboa – 195.. Desc.(104)Pág.Br.

António Patricio – O Fim (História Dramática em Dois Quadros) – Livraria Sam Carlos – Lisboa – 1974.Desc.(54)Pág.Br.

Mário Sacramento – Teatro Anatómico – Centauro / Atlântida – 1959.Desc.(146)Pág.Br.
Mário Emílio de Morais Sacramento (Ílhavo, 7 de julho de 1920 — Porto, 27 de março de 1969) foi um médico, escritor neorrealista, ensaísta e político antifascista revolucionário comunista português que se destacou como uma importante figura do movimento de oposição democrática ao regime do Estado Novo.Mário Sacramento nasceu em Ílhavo, cidade do distrito de Aveiro, filho de Rita de Morais Sarmento e Sacramento e do seu marido Artur Rasoilo Sacramento. Realizou os seus estudos secundários no Liceu de Aveiro, onde foi um ativista estudantil, razão pela qual chegou a estar preso. Matriculou-se em Medicina na Universidade de Coimbra, mas apenas concluiu os seus estudos após ter frequentado as escolas médicas do Porto e de Lisboa (onde se licenciou em 1946). Obteve em Paris uma especialização em gastrenterologia (1961). Desde muito cedo interessou-se pela escrita, colaborando em diversos periódicos entre os quais O Diabo, o Sol Nascente, Vértice, Diário de Lisboa e Mundo Literário Observador interessado do panorama literário português, Mário Sacramento publicou diversos ensaios sobre a obra de escritores como Eça de Queiroz, Moniz Barreto, Cesário Verde, Fernando Namora e Fernando Pessoa. A qualidade dos seus ensaios granjeou-lhe a admiração da intelectualidade portuguesa do tempo. Ainda estudante, Mário Sacramento integrou-se na tradição do republicanismo democrático português, aderindo ao movimento de resistência democrática ao regime do Estado Novo. Nesse contexto de resistência à ditadura, militou no Partido Comunista Português, ao tempo o melhor estruturado dos movimentos oposicionistas em Portugal. Foi membro da comissão central da organização de juventude do Movimento de Unidade Democrática (o MUD Juvenil), o único movimento oposicionista tolerado, durante algum tempo, pelo regime, no qual se congregavam todas as correntes da oposição democrática. Nessas funções ganhou grande notoriedade, transformando-se numas das figuras de referência da resistência ao Estado Novo. Foi secretário-geral, e principal obreiro, da comissão promotora do Primeiro Congresso Republicano, um fórum da oposição democrática que se reuniu em Aveiro no ano de 1957 e liderou a organização do Segundo Congresso Republicano embora tenha falecido pouco antes da sua realização em 1969. Mário Sacramento foi por cinco vezes detido pela PIDE, a polícia política do salazarismo, a primeira das quais em 1938, quando era membro da associação de estudantes do Liceu de Aveiro, e a última em 1962. A sua atividade de crítica literária guindou-o ao papel de teorizador do movimento neorrealista em Portugal. Participou em múltiplas conferências sobre literatura e publicou uma extensa obra de crítica e de análise literária, que inclui ensaios marcantes, entre os quais Eça de Queirós, uma Estética da Ironia (1945, Prémio Oliveira Martins), Fernando Pessoa, Poeta da Hora Absurda (1959), Fernando Namora, a Obra e o Homem (1967) e Há uma Estética Neo-Realista? (1968). Uma parte importante da sua obra de ensaio literário está reunida nos três volumes, parcialmente póstumos, de Ensaios de Domingo (1959, 1974 e 1990). Uma parte importante do seu pensamento político e filosófico está reunido no volume Frátria, Diálogo com os Católicos(1971), obra que reuniu o debate que travou entre 1967 e 1969 com Mário da Rocha sobre o papel dos católicos e do movimento eclesial na evolução política portuguesa.

Carlos Brito – O Modo e os Lugares (Poesia) – Campo das Letras – Editores – Porto – 2004.Desc.(98)Pág.Br.”Autografado”

Antonin Artaud – O Tetro e o Seu Duplo – (Prefácio de Urbano Tavares Rodrigues) (Tradução de Fiam Hasse Pais Brandão) – Ensaio – Editorial Minotauro, Lda – Lisboa – S/D. Desc.(207)Pág.Br.

Luiz Francisco Rebello – Portugal Anos Quarenta (Espetáculo / Documentário em 10 Sequências) – O Campo das Palavras – Editorial Caminho – Lisboa – 1983.Desc.(140)Pág.Br.

António Monginho, Gabriel Raimundo, Moita Macedo, Rogério Carrola & Sá Flores – Cantares de Amigos (Poemas) – Gráfica Progressiva Cacilhas, Lda – Almada – 1983.Desc.(156)Pág.Br.

Mário Vilaça – Teatro Contemporâneo (Problemas do Jogo e do Espirito) – Edição de Autor / Vertice – Coimbra – 1967.Desc.(239) + (16)Gravuras.Br.Ilust

Eng.º – Agrº R. J. Vital Rodrigues – Experiência Agricola de Sever do Vouga (Resultados Económicos Ate Dezembro de 1961) – Editado – Shell Portuguesa, S. A. R. L – Lisboa – 1961.Desc.(30)Pág.Br.Ilust

Miguel Franco – O Motim (Teatro) – Sociedade Gráfica Batalha – Lisboa – 1963.Desc.(134)pág.Br.
O Motim Peça publicada em 1963, em edição do autor (Miguel Franco), e levada à cena a 5 de fevereiro de 1965 no Teatro Avenida, pela companhia do Teatro Nacional D. Maria II, esta peça histórica tem como tema uma sublevação dos homens do Porto contra a criação da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, que, de insignificante agitação, foi considerada rebelião formal e punida pronta e injustamente por ordem de Sebastião José de Carvalho e Melo pela condenação à morte de 30 cidadãos que alegadamente teriam participado no motim. O dramatismo da peça atinge o seu paroxismo com o desespero crescente dos acusados que, depois de um momento de ingénua perplexidade, compreendem com desalento que serão injustamente condenados à morte. A coragem com que um dos acusados, Tomás Pinto, recebe a sentença cruel impõe-se como modelo de dignidade e de resistência, o que explica a proibição de exibição da peça pelo regime salazarista após a sua quinta representação.

Helder Costa – Fernão Mentes? ”Versão livre da ”Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto” (Teatro) – Textos ”A Barraca” – Lisboa – 1982.Desc.(158)Pág.Br.Ilust

Bernardo Santareno – O Crime de Aldeia Velha (Teatro) – Edições Ática – Lisboa – 1959.Desc.(242)Pág + (2)gravuras. Br.Ilust ”1.ªEdição”

Teresa Rita Lopes – Cicatriz (Poesia) (Colecção Forma) – Editorial Presença – Lisboa – 1996.Desc.(109)Pág.Br.”Autografado”

Al Berto, Gil de carvalho, José Tolentino Mendonça & Manuel António Pina (Texto) – Ilda David (Prefácio João Lima Pinharanda – Assírio & Alvim – Editora – Lisboa – 1999.Desc.(189)Pág.Ilust

António Ramos Rosa – O Grito Claro – Colecção a Palavra N.º 1 – Tip. Cácima – Faro – 1958/2004.Desc.(24) + (24) pagar.Br.”Autografado” de Autor – 1.ª Edição
Ob: A Venda em Conjunto a 1.ª edição e 2.ª Edição Fac-simile Publicado em Badajoz

Raul Rêgo – O Processo de Damião Goes na Inquisição (Apresentação: António Reis) – Assírio & Alvim – Editora / Grande Oriente Lusitano – Lisboa – 2007.Desc.(234)Pág.Br.

António Ramos Rosa – Acordes (Poemas) – Quetzal – Editores – Lisboa – 1989.Desc.(84)Pág.Br.”Com Autografo”

Alberto Vilaça – Resistências Culturais e Políticas nos Primórdios do Salazarismo (Realidades Coimbrãs e Outras) – Campos das Letras – Editores – Porto – 2003.Desc.(366)Pág.Br.Ilust

Victor Jabouille – O Mediterrâneo Antigo (Unidade e Diversidade) – Edições Colibri – Lisboa – 1996.Desc.(80)Pág.Br.Ilust