
Valério Bexiga – Cabra que Pula a Vinha…(Provérbios Populares) – Edição de Autor / Tipografia ”União – Faro – 1999.Desc.(300)Pág.Br.”Autografado”
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Valério Bexiga – Cabra que Pula a Vinha…(Provérbios Populares) – Edição de Autor / Tipografia ”União – Faro – 1999.Desc.(300)Pág.Br.”Autografado”

Matilde Rosa Araújo – O Cantar de Tila (Poemas Para Juventude) / Desenhos de Maria Keil – Atlantida Editora – Coimbra – 1967.Desc.(50)Pág.Br.Ilust”1.ªEdição”

António Ramos Rosa – As Armas Imprecisas (Poesia) – Edições Afrontamento – Lisboa – 1992.Desc.(40)Pág.Br.

A. Vicente Campina – Travessia (Capa de Manuel Ribeiro de Paiva) – Editorial ”Ibéria” / Tip.”Povo Algarvio”- Vila Real de Santo António – 1953.Desc.(219)Pág.Br.”Autografado” para ”José Santos Stockler”

P. Jozé Agostinho de Macedo – Apologia de Camones (Camões) Sobre o Episódio de Adamastor no Canto V. dos Lusíadas – na Officina Tipografica de D.Joam Moldes – Santiago – 1819.Desc.(VIII) + (64)Pág.E.Pele

Ruy Pinto de Azevedo – Primórdios da Ordem Militar de Évora (Conferência Proferida no palácio de D.Manuel, em Évora a 16 de Janeiro de1966) – Gráfica Eborense – Évora – 1969.Desc.(20)Pág.Br.

Armando de Lacerda & Brian F. Head – Análise de Sons Nasais e Sons Nasalizados do Português – Laboratório de Fonética Experimental da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra – Coimbra – 1963.Desc.(70)Pág. + (3)Gráficos de Registos.Br.

P.ª Carlos da Silva Tarouca – Inventário das Cartas e dos Códices Manuscritos do Arquivo do Cabido da Sé de Évora – Estudos de História, Arte e Arqueologia – Edições – Nazateth – Évora – 1946.Desc.(103)Pág.Br.

Prof. Hugo Cavaco – Revísítando Santo António de Arenilha – Edição – Câmara Municipal de Vila Real de Santo António – Vila Real de Santo António – 1995.Desc.(52)Pág.Br.Ilust
De Santo António de Arenilha a Vila Real de Santo António em 1513 era uma preocupação real fixar pessoas no litoral. No século XVI existia contrabando entre a margem portuguesa e espanhola. No lado espanhol existia um núcleo populoso, Ayamonte, enquanto que Santo António de Arenilha era pouco populoso. No século XVIII surge Vila Real de Santo António de modo a concentrar-se serviços de Aduana e de Lota de pescado, não havendo desvios dos direitos portugueses para os espanhóis. Em 15 de Janeiro de 1773 por alvará cria-se a Real Companhia das Pescarias do Algarve e no mesmo ano em Dezembro por carta régia ordena-se a construção de uma nova vila regular, na margem direita do rio Guadiana em frente a Ayamonte, para os espanhóis verem o brio português. A vila foi construída em cinco meses, conforme os preceitos arquitectónicos da época. Deste modo, a administração pombalina busca arrecadar os impostos, facilitando o aumento das receitas aduaneiras. As populações à volta desta nova vila perderam direitos, a Vila de Cacela perdeu a denominação de Concelho e passa a ser freguesia da nova vila, a Alfândega é transferida de Castro Marim para Vila Real de Santo António e Monte Gordo fica sem Lota.

J. J. Romano de Castro – Leibniz e os Problemas Religiosos Algumas Afinidades com Santo Agostinho (Dissertação para a Licenciatura em Ciências Históricas e Filosóficas) – Coimbra – 1946.Desc.(151)Fol.Br.”Datilografado”

Gottfried Wilhelm Leibniz Leipzig, 1 de julho de 1646 — Hanôver, 14 de novembro de 1716) foi um proeminente polímata e filósofo alemão e figura central na história da matemática e na história da filosofia. Sua realização mais notável foi conceber as ideias de cálculo diferencial e integral, independentemente dos desenvolvimentos contemporâneos de Isaac Newton. Trabalhos matemáticos sempre favoreceram a notação de Leibniz como a expressão convencional do cálculo, enquanto a notação de Newton ficou sem uso. Foi apenas no século XX que a lei de continuidade e a lei transcendental da homogeneidade de Leibniz encontraram implementação matemática (por meio da análise não padronizada). Ele se tornou um dos inventores mais prolíficos no campo das calculadoras mecânicas, trabalhou para adicionar a multiplicação automática e a divisão à calculadora de Pascal, e foi o primeiro a descrever uma calculadora cata-vento em 1685, além de inventar a roda de Leibniz, usada no aritmômetro – a primeira calculadora mecânica produzida em massa. Ele também refinou o sistema de números binários que se tornaria a base de todos os computadores digitais. Em filosofia, Leibniz é mais conhecido por seu otimismo, por sua conclusão de que nosso universo é, num sentido restrito, o melhor de todos os mundos possíveis que Deus poderia ter criado. Essa ideia muitas vezes foi satirizada por outros filósofos, como Voltaire. Leibniz, juntamente com René Descartes e Baruch Spinoza, foi um dos três grandes defensores do racionalismo no século XVII. O trabalho de Leibniz antecipou a lógicamoderna e a filosofia analítica, mas sua filosofia também remete à tradição escolástica, na qual as conclusões são produzidas aplicando-se a razão aos primeiros princípios ou definições anteriores, e não a evidências empíricas. Leibniz fez importantes contribuições para a física e para a tecnologia e antecipou noções que surgiram muito mais tarde na filosofia, na teoria das probabilidades, na biologia, na medicina, na geologia, na psicologia, na linguística e na informática. Ele escreveu obras sobre filosofia, política, direito, ética, teologia, história e filologia. Leibniz também contribuiu para o campo da biblioteconomia. Enquanto servia como superintendente da biblioteca Wolfenbüttel na Alemanha, ele desenvolveu um sistema de catalogação que serviria de guia para muitas das maiores bibliotecas da Europa. As contribuições de Leibniz para esta vasta gama de assuntos foram espalhadas em várias revistas científicas, em dezenas de milhares de cartas e em manuscritos inéditos. Ele escreveu em várias línguas, sobretudo em latim, francês e alemão. A obra completa de Leibniz ainda não foi traduzida para a língua inglesa ou portuguesa.

A. A. Baldaque da Silva – Noticias Sobre a Não S. Gabriel em que Vasco da Gama, Foi Pela Primeira Vez a India – Tip. da Academia Real das Sciencias – Lisboa – 1892.Desc.(22)Pág + (1)Foto + (1) Plano (Nau S.Gabriel)

João António Neves Estrella – Elegia A’Sentida Morte do Serenissimo Senhor D. José Principe do Brazil – na Officina de Antonio Gomes – MLXXXVIII/1788.Desc.(15)Pág.E.(”1.ªEdição”)

Mário Sá Carneiro – Prosa & Poesia Vol.º 1 & 2 (Prefácio: Nuno Júdice & Ilustração Ilda David) – Circulo de Leitores – Lisboa – 1990.Desc.(452) + (235)Pág.E.Ilust

Agostinho de Carvalho, Ana bela Pires & Paula Quintas (Coordenadores) – Valorização da Caprinicultura na Serra do Caldeirão / Projecto ”Em Torno da Cabra Algarvia” – Editores – Direcção Regional deAgricultura do Algarve – Associação ”IN LOCO” & Universidade do Algarve / Campus de Gambelas – Faro – 2000.Desc.(525)Pág.Br.Ilust
Os caprinos da raça Algarvia, segundo Simplício Barreto Magro, são “animais provenientes do cruza- mento da Chamequeira do Algarve com animais importados de Marrocos há mais de um século, que teriam recebido, mais recentemente, a influência da cabra serrana Andaluza e mais provavelmente, da raça Alpina Espanhola“. Silva Lobo e outros, referiam que em 1981, “na zona de Alcantarilha, freguesia do concelho de Silves, encontravam-se ainda alguns animais de pelagem branca uniforme, menos cor- pulentos que os Algarvios e que segundo os pastores mais idosos, tiveram a sua origem num núcleo caprino originário do norte de África, transportado para o Algarve, há algumas dezenas de anos, em barcos de pesca”. Por sua vez, Marcelino Sobral considerou que “a raça, sem dúvida uma das melhores que dispomos, formou-se depois de 1870, à custa da Cabra Charnequeira Algarvia e da Alpina Espanhola, tendo her- dado desta a pelagem policromada e o grande potencial leiteiro”. Um estudo da caracterização genética das raças autóctones de caprinos, em que se utilizaram mar- cadores genéticos uniparentais (DNA mitocondrial) na definição de linhagens, Pereira et al. (2004) confirmaram através da partilha de linhagens com raças da região, o facto da raça Algarvia resultar do cruzamento de animais provenientes do norte de África com animais autóctones. A inclusão de animais de raças do centro da Europa, com bons níveis produtivos (nomeadamente leiteiros), poderá explicar a influência detetada. O rebanho é sempre acompanhado pelo pastor e na quase totalidade dos casos regressa todas as noites ao curral. Cabra de aptidão mista, leite e carne, sendo sobretudo explorada na vertente leiteira. Em contrastes efetuados, obtiveram-se médias de produção total entre 404 e 524 kg em 278 dias de lactação, com um máximo de 730,5 kg em 204 dias.
O solar da raça situa-se no nordeste Algarvio incluindo-se como área de expansão toda a região do Algarve e, mais recentemente, surgiram alguns rebanhos de pequena dimensão no Baixo Alentejo. A cabra Algarvia apresenta alta prolificidade. Em estudos efectuados verificou-se que em 2734 parições, 74,1 % foram partos duplos e 6,4 % triplos. Nas cabras em terceira parição ou superior, a percentagem de partos duplos foi de 79,5 % e de 9,2 % de partos triplos. O ritmo reprodutivo está perfeitamente definido em duas épocas de cobrição: a principal durante os meses de abril e maio e uma secundária em setembro e outubro. As primíparas têm partos de Janeiro a Março, cerca de 60 %, enquanto nas multíparas mais de 70 % dos partos ocorrem de Outubro a Dezembro.

José Agostinho Baptista – Esta Voz é Quase o Vento (Poemas) – Assírio & Alvim – Editora – Lisboa – 2004.Desc.(141)Pág.Br.

Manuela Parreira da Silva – O Álbum de Vishnu – Assírio & Alvim – Editora – Lisboa – 1999.Desc.(59)Pág.Br.

Manuel Silva Terra (Organização) – E O Céu Tão Baixo (Uma Antologia Poética Sobre o Alentejo com Desenhos Carlos Guerra) – Casa do Sul – Editora – Évora – 1999.Desc.(111)Pág.Br.Ilust

Bernardo Pinto de Almeida – Quatro Movimentos da Pele – As Imagens e as Coisas – II – Campo das Letras – Editores – Porto – 2004.Desc.(104)Pág.Br.Ilust

Paula Rego – Coord. Jorge Molder, Cristina Sena da Fonseca ; Trad. e Rev. de Textos José Gabriel Flores – O Crime do Padre Amaro – Catalogo – Centro de Arte Moderna de Azevedo Perdigão / Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – 1999.Desc.(62) + (56)Pág.Ilust

Mário Lyster Franco – Outras Inscrição Inédita de Ossónoba (Lida e Comentada) – Minerva Comercial / Carlos Marques & C.ª Lda – Beja/ Faro – 1940.Desc.(8)Pág. Br.